22.12.12

Mais um apocalipse que falhou!


...E pronto lá sobrevivemos a mais um apocalipse! Para os meus três fiéis seguidores não será nenhuma novidade mas para os outros que caiam aqui por acaso, convido-vos a lerem alguns dos textos que já publiquei sobre este assunto e acima de tudo que se lembrem que estou a escrevê-los em 2037, ou seja: se eu estou vivo na Terra daqui a 25 anos, certamente que pelo menos ainda há um quarto de século de vida no planeta pela frente. Sim ainda há vida, muita coisa mantém-se igual mas também ocorreram muitas mudanças e algumas revelações; querem saber?



Arqueólogos descobriram que a fabulosa civilização Maia que durante a semana dominava a estrutura celeste e o funcionamento do universo e ao fim-de-semana jogava futebol com cabeças humanas, afinal não se enganou quanto ao fim do mundo! O que aconteceu foi que com a sua tecnologia de Flintstones simplesmente se acabou a pedra para continuar a esculpir o calendário e por isso ele terminou abruptamente na folha de 21 de Dezembro de 2012…









O famoso chupa-cabras sobre o qual tanto se escreveu e até se tiraram algumas fotos que se provaram posteriormente ser falsas, afinal não é um mito! Ele existe mesmo mas o verdadeiro chupa-cabras é assim como este aqui ao lado















Em 2012 pensávamos que o homem mais poderoso do mundo era o presidente norte-americano, nessa época o Barak Obama. Afinal ele era apenas um holograma que nos iludiu durante anos e nem sequer era humano mas sim um ET! Este é o seu verdadeiro aspecto

















Em 2012, o ministro da economia (de QI), que ninguém sabe o nome nem conhece o frontispício, pensou, pensou e um dia teve uma epifania; eis o momento em que a revelou ao povo: a legislação ambiental da Europa está espartilhada, mais virada para delírios hippies do que preocupada com lucro e por isso os países asiáticos têm indústrias florescentes enquanto a nossa definha. Graças à sua espantosa intervenção, a indústria portuguesa continuou a não produzir um parafuso, o pão alentejano é fabricado em Xangai há décadas mas conseguiram-se alterar os parâmetros ambientais a bem da economia: passámos a armazenar os resíduos radioactivos dos Estados Unidos e agora as melgas do Barreiro têm este aspecto













Depois de ter gozado metade da vida a roubar músicas aos outros enquanto molhava o pão nas sopeiras, Frankenstony, p'ós amigos o Tony, gerou vários Toninhos, chegou ao topo da consagração nacional de fans e vendas mas… faltava-lhe algo; o quê? O afastamento definitivo do espectro da chico-espertice, o reconhecimento dos pares, do poder, do mundo! Assim, com as massas que foi juntando comprou uma orquestra com um nome prestigiado mas que convém não esquecer, está à venda para quem a conseguir pagar; gravar com o trombonista do Prince ou com o técnico de som da Shakira, pff; agora com a orquestra sinfónica de Londres, é de rei. Não conheço o resultado mas deve ser parecido com ver o Abel Xavier a passear em cuecas na catedral de S.Pedro. Francamente não retenho na memória qualquer melodia ou letra do artista, só o nome dele; porquê? Porque imaginem que estão num elevador com outra pessoa e começa a cheirar mal; se eu não fui não preciso de lhe baixar as calças para confirmar. Fui esperto não acham? E original? Ele também: se os espanhóis têm os Iglésias porque é que não podemos ter um clã que assenta na mesma lógica? O pai produz azeite e os filhos Red Bull... Já agora, acham que o Tony parou de lutar? Pois fiquem a saber que anos mais tarde o Presidente da República até lhe chegou a dar uma daquelas medalhas do 10 de Junho! Fogo, essa é que derrotou os detractores… Por ser naturalmente "humilde" nunca o afirmou em público mas através dum aparelho que agora há, o pensómetro, foi escutada na sua cabeça esta discussão com um dos colegas de profissão, um daqueles invejosos do seu sucesso: "- já vendeste tanto como eu? - Não… - Já encheste Olympias e Atlânticos? - Não… - Então cala-te!" Toma e embrulha! Não nasceu nobre mas com feitos acumulados laboriosamente conseguiu comprar um título de comendador; que carreira, hein? Lá vai ele a abrir por aí acima: tchauzinho, pá...