A questão da informação veiculada através do tempo é muito interessante e vou esclarecer alguns pontos.
Ao escrever-vos do futuro fui obrigado a assinar um documento rigorosíssimo onde me comprometo a não interferir directamente no passado. Sabemos também que as 5 pessoas que lêem este blog não o farão com base nas informações aqui publicadas e que mesmo que o tentem fazer serão consideradas tontinhas.
Há várias penalizações para quem se comunica pelo tempo e transgride este código de conduta, sendo talvez a mais grave de todas a eliminação do indivíduo no passado; logo, tudo o que viveu, produziu, disse, etc, passa para uma espécie de realidade alternativa, assim como um sonho.
Quem já não sonhou com locais, pessoas e situações que em tudo parecem reais mas não o são? Pois é: foram reais mas trasladaram-se para o reino do “podia ter sido”. Existe um infinito número de realidades e aquilo que nós percepcionamos é apenas uma entre essa infinidade. As circunstâncias geram um terreno propício a; o nosso livre arbítrio condiciona o resto.
Um dia aprofundarei esta questão mas por agora apenas vos contarei no próximo post uma história que estou autorizado a revelar acerca do passado e da evolução.
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