19.1.05

OS PAÍSES GRANDES DA EUROPA OCIDENTAL

É sabido que os maiores países do mundo materializam simbolicamente o seu poder em monumentos fálicos. Vamos começar com os franceses que vivem no centro da Europa. Há vários séculos atrás era o mesmo que dizer arrogantemente, no centro do universo; portanto só poderiam ser chauvinistas e andar sempre a cantar de galo. Como são os maiores fanfarrões em relação ao sexo não se podiam achar melhor retratados do que com a sua torre Eiffel: “- oh la la, comme elle est belle; é de áçô, êlêgante e está na modá. A realidade sexual dos franceses seria melhor traduzida através da “Linha Maginot”, uma espécie de cinto de castidade que não resistiu às investidas dos Panzers alemães, que entraram por ali dentro como se fosse manteiga; de facto, deviam era ter vergonha, deixarem-se de grandezas e mudar a designação de "Linha Maginot" para "Linha Imaginária" que é onde eles ainda vivem. Os romanos tiveram o mundo ocidental nas mãos durante séculos mas foram ridicularizados por bárbaros desorganizados e incultos; isto é dramático! Actualmente vivem numa bota e o nome do país começa por um “I”, e hi, hi, hi é o som do riso de escárnio; eles próprios já aceitaram esse papel e são os palhaços da Europa. De Berlusconnis a Cicciolinas, o seu símbolo deixou de ser o Coliseu em ruínas e passou a ser a torre de Pisa (em português, Piça): “- Vejam como a nossa é bella, buffa, tão brincalhona e até faz habilidades; entorta, entorta, entorta… (rufo de tambor) Ta-tchan, mas não cai! Os alemães conseguem o feito de serem odiados por quase toda a gente; ninguém gosta da sua língua nem dos seus ares de superioridade. Quando tentam demonstrar a sua real capacidade tecnológica através dum conflito, todos os outros se reúnem para os derrotar e já começam a ficar fartos de perder guerras. Só mesmo os jokers dos italianos é que se aliaram a eles; em resumo: ninguém gosta de fazer figura de parvo ao ponto de se mostrar amigo dum alemão. O máximo que conseguiram como símbolo é a porta de Bradenburgo que não é propriamente fálica, mas vaginal e, ainda por cima, sempre escancarada ao inimigo. Parece que está a dizer: “- willkomen, willkomen, pode entrar se quiser”. Daí a expressão “foi assim que a Alemanha perdeu a guerra”. Os castelhanos dominaram mais de um continente, e a imagem que temos deles é uma fiesta bárbara em que se torturam e matam animais. São muito estúpidos e 20 séculos depois dos romanos continuam a construir coliseus para gáudio da populaça. Uma praça de touros é o monumento que melhor simboliza o avanço cultural deste povo. Se lhes derem rédea solta têm uma forte tendência para espezinhar as culturas dos outros, não esquecendo as de dentro da sua própria casa… Há séculos que têm várias pain in the ass com os ingleses, uma das quais ainda lhes está lá enfiada em forma de rochedo. Os ingleses são cinzentos como o nevoeiro e tão chatos que o seu símbolo fálico, o “Big Ben”, tem um relógio na ponta: “-I’m sorry dear mas agora não; são cinco em ponto, hora do chá!”. Dlim-Dlão: “- Oops, eight o’clock, temos de terminar.” Como foram educados para ser escravos do tempo, tendem a rebelar-se e a ser calões e por isso é que os pubs fecham à hora de almoço, senão não iam trabalhar de tarde. O “rei da selva” pode ser o símbolo dos seus dirigentes, mas o do povo é mais o “cão de Pavlov” já que são obrigados a funcionar a toque de sinete para tudo, até para parar de beber cerveja. Vivem numa ilha e isso faz com que se sintam reunidos à volta de valores familiares e que brinquem muito com eles próprios, salvo seja. Só eles é que acham que o Ben é Big e como se sentem incompreendidos fazem amizade com gente estranha de outras ilhas, como por exemplo os portugueses. Os portugueses têm com os ingleses o tratado de amizade mais antigo do mundo, podem-se considerar uma ilha e aparecem aqui neste capítulo dos grandes, por uma razão: o seu símbolo fálico, a torre de Belém, pode ser pequenino mas é ladino. Tudo começou com a escola de D.Henrique (filho de uma inglesa) na famosa ponta de Sagres; com este impulso os portugueses espalharam-se pelo mundo, quais espermatozóides, fecundaram algumas terras, foderam outras, inventaram novas raças e deixaram de esperanças um país que tem um formato de grávida. Continuamos à espera de vêr quando é que o Brasil dá à luz o V Império…

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